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Diario de Bordo

Pequenos grandes nadas que me vao acontecendo...

Diario de Bordo

Pequenos grandes nadas que me vao acontecendo...

Eu queria oferecer.te uma flor, amor, uma flor que cantasse um anseio, um receio de te perder , uma flor que encerrasse intimidades, lembranças de ti, que  te levasse puras e quentes palavras ardentes.

Eu queria viver sempre em melodia, eu queria que nao tivesse fim o dia, eu queria estar contigo agora e sempre, quero ser teu confidente, eu sou alegria, gente.

Eu nao esqueço esses teus olhos, o sorriso. o peito ufano, porque te amo.

Cobiço há muito o teu ventre materno, que venero.

Ser mãe é sortilegio, é dádiva dos deuses, mais te quero.

Eu quis oferecer.te um ramo de camélias e corri doido, por floristas, campos e revistas, sem que parte alguma o alcançasse, por isso te abracei, te beijei, talvez pensasse, que pétalas pudessem florir de meus braços e cobrir-te, que seu aroma preenchesse espaços, te fizesse rir.

Com esse teu cabelo em desalinho, que a tentaçao me leva a querer domar, só porque não quero que esconda um rosto lindo, cujo sorriso me faz sentir benvindo, ao pé de ti ficar.

Sou aquele que mente, pensas tu, mas já sou crescido, gente em que vive um coraçao que sente, alma temente, sonho presistente, atrevido e consciente, que o tempo ensinou a ser sincero, porque te quero.

Vou por cima dos meus pensamentos, sonho acordado, monto o cavalinho, parto à desfilada, delirante, e só tu acalmas meu caminho errante, me tornas a terra de mansinho.

Queria saber.te a meu lado a vida inteira, e que ela fosse festa, bebedeira, ter-te sempre comigo pr'a me consolar, para conspirar, guiar na cegueira, sossegar em mim esta canseira.

Canseira de incertezas e temores, de não poder sonhar-te eternamente, receios e pesadelos de perder-te , medo de procurar-te em vão e não te achar , olhar, não te ver e chorar.

Vivo inquieto, recordo-te, e tudo me parece um sonho lindo, céus multicores, cheirinhos a mil flores e irrequieto temo o sonhar findo.

Febril, em alvoroço, me ergo do sono, desvairado, procuro.te a meu lado, sento-me a beira da cama, angustiado, a noite profanada novamente me enleia no seu seio, deixando uma lágrima, um esboço.

Um esboço que sonhei e que se sumiu, que horrorizado vi fugir do meu alcance, que temi perder. ficar distante, e foi essa saudade que aquela lágrima traiu.

Não partas, não me abandones, não quero ficar sozinho neste mundo, és tanto para mim, meu doce amor, não deixes que estoire no meu peito um grito agudo, porque para mim tu és a vida, tu és tudo".

 

 

 

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